Como um bom humano

Outro dia, precisei ir à casa de O Cara, e, como eu sabia ser num bairro próximo, lá fui eu pro Google Maps – fiel escudeiro dos perdidos na cidade estranha.

O Maps me indicava um caminho com 25 minutos de caminhada. Com um clima agradável, caminha-se 25 minutos numa boa. Foi o que eu pensei.

E é claro que mais uma vez fui enganada pelo Google Maps. E é claro também que com boa vontade e perguntando pelo caminho se chega a qualquer lugar.

Nem sei em quanto tempo além dos 25 minutos prometidos pelo Maps consegui chegar ao destino. No meio do caminho, peguei algumas informações erradas. Coisa que eu nunca vou entender: como alguém é capaz de dar informação errada? Tipo de prazer muito estranho esse.

Resumo da ópera do malandro: para (sobre)viver bem é preciso saber em quem confiar, inclusive para pedir informações. É preciso desconfiar de tudo, como faria um bom humano.

 

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