(anti)Costume

Minha mãe contava a história de quando voltava do trabalho. Todos os dias, passava em frente a uma casa bege que tinha um cachorro bravo. O cachorro latia e ela, todos os dias, tomava um susto. Até que o cachorro morreu. Minha mãe passou pela casa bege e o cachorro não latiu. Mas tomou o susto.

Todo amor, para sê-lo, dá a impressão de que é o primeiro. E agora a angústia cutuca as costelas por eu não saber, na sequência de erros, qual ainda dói.

| ‘Perguntas sem respostas’, by Rosana Caiado

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