Encantador

Era um velho sertanejo. Um sábio. Sabia e contava muitas histórias. Tinha aquele olhar de quem viveu tantas coisas que eu nem consigo imaginar.

Entre doses de whisky e forrós de Petrúcio Amorim, ele me dizia que ousava contrariar Euclides da Cunha, porque o sertanejo é sim, antes de tudo, um forte, mas até força tem limite.

Em Sertânia, mora Seu Bolivar, uma criatura encantadora e doce, muito doce – mesmo sem querer.

Saudades dele tentando me convencer a comer carne de bode…

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